Perco-me
na imensidão
Dos seus
olhos tão verdes.
Verdes como a pureza
de um lago que,
De dia permite
desfrutar o que
Realmente habita no
seu interior e
Ao escurecer se torna
intensamente misterioso
Que só posso
ver a lua refletida e
Tudo se transforma.
Perco-me
no enlaço do seu abraço, pois,
Mesmo presa em seu
corpo
Nada me faz sentir
tão livre.
O aroma que exalta da
sua pele
E entra pelas
entranhas do meu corpo
É uma endorfina,
Uma droga
que não adianta tentar esconder
O vicio por você.
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