segunda-feira, 9 de abril de 2012

vicio.



Perco-me na imensidão
 Dos seus olhos tão verdes.
Verdes como a pureza de um lago que,
De dia permite desfrutar o que
Realmente habita no seu interior e
Ao escurecer se torna intensamente misterioso
Que só posso ver a lua refletida e 
Tudo se transforma.

Perco-me no enlaço do seu abraço, pois, 
Mesmo presa em seu corpo
Nada me faz sentir tão livre.
O aroma que exalta da sua pele
E entra pelas entranhas do meu corpo
É uma endorfina,
Uma droga que não adianta tentar esconder
O vicio por você.

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