Enquanto meu corpo estiver preenchido
Pelo néctar que você suga
E meu ventre te aquecer dos problemas,
Ainda restará uma chama da doença desse amor,
Nem se for a chama fétida do meu cigarro.
O pulso pulsa o sangue da mentira,
O pulso pulsa sem querer pulsar,
A lágrima ainda cai sem querer cair
E a calúnia é proferida quase sem magoar.
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