domingo, 13 de janeiro de 2013

Juras.

Se a sua pele recuar da minha, 
Se a minha mão não acalentar a sua,
O prazer se dissolverá e, 
O último fio de vida que 
Bate no coração do homem, falecerá.

Que nenhuma palavra expresse mentiras,
Que nenhum beijo se afogue no medo
E nenhuma lágrima venha depois.

Sem amor nada esquenta, nada sacia.
Na blasfêmia dos seus sentimentos
Rogo por uma ponta de prazer, sem pranto.

A linha que cruza o coração do homem
Está gozada pela injúria dos mal amados,
Condenamos á viver no drama das lamentações.

Me ame como mulher, 
Me goze como puta,
Arranha e me laceia como sua escrava,
Arranque meu cabelo e coma minhas migalhas,
Por um amor que talvez seja verdade.
  

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