domingo, 19 de agosto de 2012

eu te amo.

Não é o álcool que está no meu sangue que me motiva intensamente a proferir tão delicadas palavras. 
Se eu escrevo, não sinto medo. Não posso permitir tal sentimento que acolhe  a covardia humana.
O amar pede o não entender, se entendêssemos cairíamos num oceano da racionalidade e para mim, isso não convém.
Jamais tente procurar alguma definição mesquinha sobre o significado do amor. Nos polpe de tamanha loucura, sinta.
Ah, como suas mãos são lindas, a extensão do seu espírito e amor a vida. Me toca, me sente, me aperta e me acolhe.
Me prende, me segura e me solta.
Prende, segura e solta.
Quero viver solta no aperto entre seus braços,  quero te ver livre e meu.
Não quero nada pela metade, quero você por inteiro, picado em pequenas porções comestíveis de amor.
Deixe-me deliciar com você.
Quero de entrada o seu corpo mas como prato principal exijo seu coração.
Eu te amo.

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