Nessa noite, o toque da chuva dilacerou meu coração. Ando me embriagando de um tinto chamado saudade e mendigando por paixões fingidas.
Sugando do inexistente mentiras para escapar da solidão, me preenchendo pela podridão do afeto inventado.
Sangrando minha pele com as garras da desilusão, na tentativa ignóbil de te arrancar de mim.
Tua sombra esguia sobressai a minha, tecendo meu pesar.
Sugando do inexistente mentiras para escapar da solidão, me preenchendo pela podridão do afeto inventado.
Sangrando minha pele com as garras da desilusão, na tentativa ignóbil de te arrancar de mim.
Tua sombra esguia sobressai a minha, tecendo meu pesar.
Doeu.
Dói.
Dói.
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